O Atlético-MG bateu ontem o Strongest por 2 a 1 e consolidou a liderança isolada no Grupo 3 da Copa Libertadores com nove pontos. Os bolivianos permaneceram com três pontos, em terceiro colocado.
As duas equipes voltam a se enfrentar na próxima quarta-feira, dia 13, desta vez na altitude de La Paz.
O Galo mineiro dominou toda a partida e tomou poucos sustos dos visitantes, que, no entanto, conseguiram neutralizar boa parte das jogadas criativas da equipe da casa, especialmente no primeiro tempo, dificultando a chegada no gol adversário.
Na segunda etapa, porém, o Atlético-MG conseguiu encontrar espaços. Aos 11', Ronaldinho avançou pela esquerda, penetrou na área e lançou para Jô. A bola ainda desviou em um defensor e o atacante do Galo, na pequena área, só empurrou para as redes.
O gol deu tranquilidade aos mineiros, que partiram para o ataque e chegaram ao segundo em cobrança de pênalti, aos 27'. Em seu lance característico, Ronaldinho olhou para trás e lançou a bola na direita para Marcos Rocha, que foi derrubado pelo defensor boliviano. O próprio Ronaldinho cobrou no canto direito e ampliou o placar.
Nos minutos finais, o Strongest foi para cima do Galo e conseguiu diminuir com Melgar, aos 46', escorando uma cabeçada, após cobrança de escanteio.
Aos trancos e barrancos, o São Paulo venceu The Strongest por 2 a 1, de virada, no Morumbi e marcou o seus três primeiros pontos no grupo 3 da Copa Libertadores. Os paulistas estão em segundo, empatados com os bolivianos. O líder é o Atlético-MG, com seis pontos em duas rodadas. Com zero, o Arsenal segura a lanterna.
O futebol são-paulino esteve bastante longe do que se espera da equipe. Sem criatividade e em alguns momentos lento na transição do meio para o ataque, o time pouco investia pelos lados e insistia pela faixa central do gramado. Quem armava - e mal - eram os volantes, pois Jadson passou boa parte da primeira etapa enfiado entre os atacantes. Do outro lado, o Tigre (como é conhecido em seu país) armou um esquema defensivo, com duas linhas de quatro e marcação individual em Jadson, mas, curiosamente, as pontas tinham espaço, principalmente com Aloisio, que apareceu bem no começo do encontro.
Apesar das dificuldades, o tricolo paulista esteve superior ao adversário, até tomar o gol, aos 22', na primeira chegada do time visitante. Após cobrança de escanteio rasteira de Pablo Escobar, pela esquerda, Ernesto Cristaldo desviou no primeiro pau, a bola pegou uma curva estranha e foi parar na trave esquerda de Rogério Ceni, e Marcos Barrera só teve o trabalho de empurrar para o gol.
O gol deixou os jogadores são-paulinos nervosos, o time passou a errar muitos passes e a afrouxar a marcação no meio-campo, com uma atuação para esquecer da dupla Denilson e Wellington. Mas os bolivianos seguiam deixando as pontas soltas, principalmente o lado direito do ataque local. E foi por ali que começou a jogada do empate, que saiu mais no abafa do que pela superioridade técnica tricolor, que pouco foi demonstrada durante a partida.
Aos 43', em boa movimentação e troca de passes pela direita de Wellington, Douglas e Aloisio, o lateral recebeu do volante e lançou o atacante na ponta direita. O "Boi Bandido" ganhou no jogo de corpo do defensor, foi à linha de fundo e cruzou para trás. Luis Fabiano dominou perto da marca do pênalti e, com um toque, deixou o zagueiro na saudade e fuzilou. O arqueiro Daniel Vaca defendeu e, no rebote, Osvaldo, livre, jogou bola e goleiro para o fundo das redes.
No segundo tempo, o São Paulo melhorou a marcação e tomou apenas um susto, em uma cabeçada de Harold Reina, defendida por Rogério Ceni. Mas ainda errava nos passes e sofria tremendamente com a marcação boliviana, que se trancou de vez atrás, optando pelo empate, que seria um grande negócio aos visitantes.
O panorama melhorou quando Ney Franco trocou um dos volantes - Denilson - por Paulo Henrique Ganso, aumentando um atleta no setor ofensivo para confundir a marcação adversária. Osvaldo e Aloisio trocaram de posição. Aos poucos a pressão foi crescendo, o tricolor começou a apostar mais nas pontas e na marcação no campo do oponente, dominando completamente as ações da partida. Mas o gol parecia que não ia sair. Cansado, Aloisio deu lugar a Cañete e Osvaldo voltou para a esquerda.
E aos 35' veio o desafogo e o alívio no Morumbi. Em uma cobrança rápida de falta na defesa, Lúcio lançou para Jadson no meio, deixando a defesa do The Strongest mais aberta do que o normal - havia seis bolivianos no campo de ataque, um parado na ponta esquerda, deixando uma avenida no local onde saiu o gol. O meia tricolor partiu em velocidade e rolou para Cañete. Ao invés de abrir para a ponta, o argentino fechou para o meio e lançou uma bola preciosa para Ganso, na área, pela direita. O meia dominou e rolou para Luis Fabiano entrar de carrinho, na entrada da pequena área, para virar a peleja.
Após o gol, Fabrício entrou no lugar de Jadson para recompor o meio-campo e segurar a pressão boliviana no fim, com os tradicionais cruzamentos à grande área, para desespero da torcida, que gritou de alívio ao final do confronto.
A próxima rodada do grupo 3 acontece na próxima quinta-feira, dia 7. O São Paulo receberá o Arsenal no Pacaembu - em decorrência da perda do mando por causa dos incidentes na Copa Sul-americana. O Atlético-MG jogará com The Strongest no estádio Independência, em Belo Horizonte.
Logo mais, às 21h30 (de Brasília), São Paulo e The Strongest se enfrentam, em duelo válido pelo grupo 3 da Copa Libertadores. Após a vitória da última terça-feira do Atlético-MG sobre o Arsenal (2 x 5), o encontro de hoje ganhou ainda mais importância, já que o tricolor paulista perdeu para o Galo na estreia, e os bolivianos podem igualar os mineiros, pois derrotaram os argentinos, em casa, por 2 a 1.
Prometendo um time mais ofensivo, o São Paulo voltará ao esquema com três atacantes, o mesmo da goleada sobre o Bolívar por 5 a 0, na primeira fase da competição continental. Novamente, Paulo Henrique Ganso perde o lugar no meio-campo para a entrada de Aloísio, que tentará fazer a função de ponta direita, cobertura da lateral e centroavante nas horas vagas e quando Luis Fabiano se movimentar e indicar a infiltração do "Boi Bandido" durante o jogo, como no gol solitário da derrota em Belo Horizonte.
"Agradeço a confiança dele (Ney Franco) em me escalar mais uma vez. Acredito que esteja ajudando a equipe de uma boa maneira, joguei todas as partidas no ano. Vou procurar jogar meu futebol e a torcida pode ter certeza de que raça, luta e dedicação não vão faltar. Quero ajudar da melhor maneira, deixar meus companheiros em boas condições e também tentar fazer o meu gol. O importante é conquistar os três pontos em casa", disse Aloísio ao site do clube, que, no ano, atuou em cinco partidas como titular e em seis entrou durante o jogo.
A dupla Denilson e Wellington voltam a jogar juntos após dois jogos. Wellington esteve fora na semana passada ante o São Caetano por questão técnica e voltou contra o Linense, quando Denilson foi poupado. Na cola deles está Fabrício, que vai para o banco pela primeira vez na Libertadores. Na defesa, Rafael Toloi ganhou de vez a posição de Rhodolfo e fará a dupla com Lúcio.
Já The Strongest promete se fechar na defesa e dar o mínimo de chance para o ataque da casa fazer gol. E não são apenas nas palavras. O técnico Eduardo Villegas indicou que seu time jogará no 4-4-1-1, variando para um 5-4-1, ainda mais fechado. O comandante do Tigre ordenou a seus atletas que não deixem nenhum espaço atrás e, quando possível buscar o contra-ataque. "Temos que jogar em nosso melhor nível para tentar equiparar o nível do futebol brasileiro. Temos que ser disciplinados durante todo o jogo", declarou o treinador à imprensa local.
O atacante Pablo Escobar concorda com seu comandante. "É difícil, complicado. Vamos enfrentar uma das melhores equipes da América do Sul, com potencial, em todos os sentidos, mas é uma grande oportunidade para que conheçam o nosso time em outros lugares", afirmou o capitão da equipe boliviana. "Vamos com nossas armas defender com orgulho esta camisa, em busca de conseguir uma façanha."
São Paulo x The Strongest
Estádio do Morumbi
Horário: 21h30
Árbitro: Enrique Cáceres (PAR)
São Paulo: Rogério Ceni; Douglas, Lúcio, Rafael Toloi, Cortez; Denilson, Wellington, Jadson; Osvaldo, Luis Fabiano e Aloisio. Técnico: Ney Franco.
The Strongest: Daniel Vaca; Diego Bejarano, Luis Mendez, Marcos Barrera, Jair Torrico; Walter Veizaga, Nelvin Soliz, Alejandro Chumacero, Sacha Lima; Pablo Escobar e Harold Reina. Técnico: Eduardo Villegas.
A Copa Libertadores pega fogo a cada semana e esta não será diferente. Corinthians, São Paulo e Palmeiras entram em campo. Tem também Atlético-MG e Fluminense, além dos tradicionais Boca Juniors, Peñarol e Vélez Sarsfield.
O confronto de destaque desta terça-feira é Peñarol x Vélez. Os uruguaios têm duas vitórias e, se ganharam, abrem seis pontos de vantagem para os argentinos, que precisam pelo menos de um empate para manter viva a chance de ficar em primeiro lugar do grupo 4. Tem também Arsenal x Atlético-MG, jogo difícil para o Galo, que tenta engrenar na competição.
Na quarta-feira, o Corinthians receberá o Millonarios com os portões fechados, no primeiro jogo da punição imposta ao clube pela Conmebol, após a morte do garoto Kevin Beltran Espada, 14 anos, atingido por um sinalizador em Oruro, durante o jogo do Timão ante o San José, semana passada. Já o Fluminense vai ao Chile buscar a recuperação contra o Huachipato, após tomar uma goleada em casa do Grêmio.
No mesmo dia, Barcelona e Boca Juniors duelam em Guaiaquil em busca da reabilitação. Os equatorianos empataram na estreia fora de casa, mas ainda não venceram em 2013 - contando o torneio local - e precisam embalar na Copa. O Boca, irregular no Torneo Final, perdeu para o Toluca em La Bombonera e desafia a lógica mais uma vez.
Na quinta, dois paulistas entram em campo. O São Paulo busca a primeira vitória na competição ante The Strongest, no Morumbi. Já o Palmeiras visita o Libertad, em partida que vale a liderança do grupo 2.
Veja a lista completa de jogos desta semana!* Os árbitros ainda não foram divulgados pela Conmebol.
Terça-feira, dia 26
19h30 - Montevidéu - Centenário - Peñarol x Vélez Sarsfield - grupo 4
21h45 - Sarandí - Estádio Julio Grondona - Arsenal x Atlético Mineiro - grupo 3
21h45 - Ibagué - Estádio Manuel Murillo Toro - Deportes Tolima x Real Garcilaso - grupo 6
Quarta-feira, dia 27
0h15 - Tijuana - Estádio Caliente - Tijuana x San José - grupo 5
19h45 - Guaiaquil - Monumental - Barcelona x Boca Juniors - grupo 1
19h45 - Iquique - Tierra de Campeones - Deportes Iquique x Emelec - grupo 4
22h - São Paulo - Pacaembu - Corinthians x Millonarios - grupo 5
22h - Talcahuano - CAP - Huachipato x Fluminense - grupo 8
Quinta-feira, dia 28
17h - Lima - Estádio Alberto Gallardo Mendoza - Sporting Cristal x Tigre - grupo 2
19h15 - Assunção - Estádio Dr. Nicolás Leoz - Libertad x Palmeiras - grupo 2
21h30 - São Paulo - Morumbi - São Paulo x The Strongest - grupo 3
Em jogo bastante disputado, The Strongest superou o Arsenal por 2 a 1, em partida válida pelo grupo 3, que ainda tem Atlético-MG e São Paulo. O time de Sarandí terminou o jogo com nove atletas e ainda sentiu os efeitos da altitude de La Paz. A próxima partida dos bolivianos será no dia 28, no Morumbi, ante o Tricolor paulista. Os argentinos receberão o Galo no dia 26.
O primeiro gol do jogo saiu aos 18'. O meio-campista Alejandro Chumacero arriscou da intermediária. A bola quicou e passou entre as mãos do arqueiro Emiliano Olivero. Um frangaço. O tento premiou a maior iniciativa da equipe local na primeira etapa.
Mas o segundo tempo viu um jogo mais disputado. Os argentinos estavam melhores em campo e ameaçavam constantemente a porteira boliviana. Ao menos enquanto o Arsenal tinha jogadores e fôlego, conseguiu pelear. Aos 4', Dario Benedetto cobrou falta com violência, também da intermediária, e acertou o canto alto esquerdo do goleiro Daniel Vaca.
Mas aos 15, Damián Perez foi expulso, após levar o segundo amarelo e os visitantes modificaram a estratégia: passaram a fazer cera e a arrumar confusão, para retardar ao máximo o jogo e o ímpeto do The Strongest, que retomou o controle da partida.
A estratégia argentina deu certo até Emilio Zelaya ser expulso, após dar um soco em um adversário, já nos últimos minutos do confronto. Aos 39', após cobrança de escanteio da direita, Luis Melgar se antecipou à defesa argentina e anotou o segundo tento boliviano.
Apesar da vitória, da superioridade numérica e com o fôlego maior do que os visitantes, The Strongest quase tomou o empate, que só não aconteceu graças a um erro grave do bandeira. Em uma cobrança de falta, a defesa local fez a chamada "linha burra" de impedimento e deixou habilitado quase todo o ataque de Sarandí, inclusive Lisandro López, que recebeu a bola. Mas a arbitragem invalidou o lance, alegando impedimento.
O Atlético Mineiro venceu o São Paulo por 2 a 1, ontem, em Belo Horizonte, e mostra que o duelo pelo título do grupo 3 já começa desequilibrado em seu favor. Jogando no estádio Independência, o time da casa controlou boa parte do jogo e mereceu o resultado. Hoje, The Strongest e Arsenal se encaram hoje, no estádio Hernando Silles, em La Paz.
O próximo jogo dos mineiros é contra o Arsenal, em Sarandí, no dia 26. Dois dias depois será a vez do São Paulo receber os bolivianos do The Strongest.
Apesar do Galo mineiro começar melhor a partida, os tricolores acalmaram o embate e começavam a sair da defesa, quando, aos 12', um lance que mudou toda a história do confronto. Ronaldinho foi tomar um pouco de água com Rogério Ceni, enquanto o lateral Júnior César tratava de um corte. Quando o jogo foi liberado, Ronaldinho permaneceu à frente, Marcos Rocha cobrou o lateral com força e a bola encontrou o meia gaúcho, que assumiu o controle da pelota e cruzou para Jô abrir o placar.
O gol tranquilizou o time da casa e apequenou os visitantes. O Atlético atacou mais, mordeu mais e impediu que os são-paulinos chutassem em gol na etapa inicial. Os atleticanos, superiores no jogo, poderiam até ampliado o placar, mas pararam na sua condição técnica e em algumas defesas de Rogério Ceni.
Na segunda etapa, o Galo foi decaindo fisicamente ao longo dos minutos e, ainda que superior, dava mais espaços para os visitantes, que melhoraram no jogo e perderam algumas oportunidades. Mas quando se achava que o São Paulo teria chance de empatar a partida, Ronaldinho achou outra jogada da cartola, ganhou sem estresse de Wellington e Ganso pela direita e cruzou na cabeça de Réver, que subiu livre e ampliou o placar, aos 27' da etapa final.
O São Paulo cresceu ainda mais no final e virou só pressão, enquanto que os mineiros tentavam segurar o jogo, o que abriu espaço para Aloisio diminuir aos 38', após assistência precisa de Luis Fabiano. Se tivesse mais tempo, poderia ter empatado. E ainda teve chance: no último lance do jogo, em um bate-rebate, a bola sobrou para o o meia Ganso, que entrara no segundo tempo, que mandou as esperanças tricolores pela linha de fundo.
Como se classificou: Quarto colocado do Campeonato Brasileiro 2012
Comentário: O atual campeão da Sul-Americana passou pelo mata-mata da primeira fase para alcançar a etapa de grupos da Libertadores. Os paulistas superaram o Bolívar, com uma goleada de 5 a 0 no Morumbi e derrota por 4 a 3 em La Paz. No primeiro jogo, tudo indicava que o ano seria esplêndido. Mas a derrota nas alturas e no clássico contra o Santos e o empate anteontem contra a Ponte Preta ligaram o alerta no clube. Sem Lucas, o técnico Ney Franco tenta encontrar no elenco um substituto sem as mesmas características, para não ter que mudar o 4-3-3. Até agora, não achou. Enquanto isso, dá frequentes satisfações à imprensa - que insiste em perguntar - do porquê de Ganso seguir no banco - como se ele tivesse jogando algo. O foco da equipe este ano é a Libertadores, Ney Franco deixa isso muito claro. Até agora, ele usou o Paulistão como experiência. Resta saber se as certezas que ele declarou ter quanto a equipe vão dar os frutos esperados.
The Strongest-BOL
Fundação: 08/04/1911
Participações na Libertadores: 19
Títulos: nenhum
Como se classificou: Campeão do Apertura e Clausura Boliviano (2012)
Comentário: O velho papo da altitude boliviana é o maior temor para seus adversários - especialmente os brasileiros. Mas nem só de asfixiar seus oponentes vive "O Mais Forte". Campeão absoluto do Moralezão - levou o Clausura e o Apertura -, a equipe é uma das mais vitoriosas da história recente do país. O time joga junto há cerca de dois anos e a cara mais conhecida é a do atacante Pablo Escobar, aquele que jogou no Santo André e Ipatinga e inúmeras equipes do interior paulista.
Atlético Mineiro-BRA
Fundação: 25/03/1908
Participações na Libertadores: cinco
Títulos: nenhum
Como se classificou: Vice-campeão brasileiro 2012
Comentário: O Galo fez ótima campanha no Nacional do ano passado, mas refugou na etapa final e viu o Fluminense roubar seu bicampeonato. Mas o vice tupiniquim devolveu o respeito dos adversários aos comandados de Cuca e Ronaldinho Gaúcho. A equipe ainda se reforçou com Araújo e Diego Tardelli e conta com a melhor dupla de zaga do Brasileirão-2012: Réver e Leonardo Silva. Um time que terminou o ano jogando de forma coesa e agressiva e nem a derrota para o Cruzeiro no primeiro jogo do ano vai impedir da massa de lotar e acreditar nos mineiros.
Arsenal-ARG
Fundação: 11/01/1957
Participações na Libertadores: três
Títulos: nenhum
Como se classificou: Campeão do Clausura (2012)
Comentário: O Arsenal de Sarandí assusta mais por ser um time argentino do que pela sua história. Apesar do título do Cristianão no primeiro semestre, ficou apenas em sétimo na competição do segundo semestre e teve o Vélez como campeão. Comandados por Gustavo Alfaro, o maior destaque da equipe é a solidez defensiva e a disciplina tática de uma equipe que tem conjunto por jogar há mais de ano junto.
Favoritos
O Ney Franco declarou que esse é um grupo da morte. Nem tanto, mineirinho. São Paulo e Atlético-MG são favoritos desta chave e devem brigar para ver quem fica com a liderança. E o primeiro jogo - entre ambos, em BH - é crucial para isso. Mas, quem perder muitos pontos nos jogos contra os bolivianos e argentinos fora de casa, corre risco. The Strongest deverá dar calor apenas no alto da montanha e o Arsenal será um adversário difícil - porém, possível - de ser batido nas duas partidas. Em casa, pela pressão da torcida e do estádio acanhado. Fora, pelo ferrolho que irá armar. Se algum brasileiro cair fora, o técnico cai também.