O Avaí perdeu por 2 a 1 para o Marcílio Dias, de virada, neste domingo, no Estádio Dr. Hercílio Luz, em Itajaí, e entrou na zona de rebaixamento do Campeonato Catarinense. Faltando apenas três rodadas para o término do Quadrangular, a equipe azurra tem três pontos e está atrás na tabela de Atlético-Ib e Marcílio Dias, ambos com seis. A equipe do Vale venceu mais cedo o Guarani por 3 a 1.
Raul Cabral resolveu apostar em uma retranca. Deixou isolado André Lima na frente, com Marquinhos e Renan Oliveira com a missão de municiar o camisa 99. O problema é que o ex-atleticano ainda não disse a que veio em Santa Catarina. A má fase técnica dos atletas avaianos é gritante e tem prejudicado qualquer movimentação tática.
Talvez até por isso, o esquema do técnico interino prejudicou o time no ataque. O resultado prático em campo foi o Marcílio mais tempo com a bola, sem dar espaço para o time visitante. O problema é que os donos da casa foram pouco eficientes no último passe e não conseguiram traduzir em jogadas ofensivas o maior domínio territorial.
O deserto criativo foi interrompido em um lance que consagrou o Avaí no segundo semestre de 2014. Após cobrança de escanteio do capitão Marquinhos, o zagueiro Antonio Carlos subiu mais alta que a zaga do Marinheiro e testou para o fundo das redes aos 16 minutos.
O gol deu mais tranquilidade ao Avaí, mas não mudou o panorama do jogo. O time de Itajaí continuou mais tempo com a bola, mas sem saber o que fazer com ela. O time azul e branco, por sua vez, se fechou e buscou os contra-ataques, mas sem conseguir fazer a bola chegar em André Lima.
O intervalo fez bem ao Marinheiro, que aumentou a pressão e, mesmo com dificuldades, chegou ao empate. Logo aos seis minutos, Athos deu belo lançamento para Ronaldo Capixaba. O atacante cruzou na área e Leanderson empurrou para o gol.
O empate acuou ainda mais o Avaí, enquanto a equipe marcilista foi com tudo em busca da virada. Mesmo com apenas um atacante e precisando da vitória, Raul Cabral manteve a estrutura do 4-5-1 e apenas um jogador isolado à frente. Bruno Mendes substituiu André Lima com a missão de resolver os problemas do ataque azurra. Eltinho já havia saído para a entrada de William Rocha, para diminuir a avenida na esquerda. Após um choque com Schwenck, Renan deu lugar a Uelliton.
Para conquistar a virada, Leandro Campos sacou Capixaba e Athos para as entradas de Soares e Néverton. As mudanças visaram dar mais gás à equipe, mas o time foi cansando e o ímpeto foi mudando de lado. Percebendo isso, os atletas avaianos passaram a ocupar mais espaço e a atacar. O jogo ficou mais equilibrado e aberto. No fim, Schwenck aproveitou bobeada da zaga e, aos 44, conseguiu o gol da virada, que coloca o Avaí na zona de rebaixamento.
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segunda-feira, 23 de março de 2015
domingo, 22 de março de 2015
Campeonato Catarinense: Figueirense e Criciúma fazem duelo de campeões no Hexagonal
Atual campeão catarinense, o Figueirense dá sinais de que poderá abocanhar o segundo título consecutivo. Com a segunda melhor campanha da primeira fase e o melhor aproveitamento de todo o Campeonato Catarinense, o Alvinegro se aproxima da final para tentar alcançar o bicampeonato, feito obtido pela última vez pelo Avaí, que faturou os canecos de 2009 e 2010.
E para continuar em busca desse objetivo, o Furacão quer uma vitória no Orlando Scarpelli diante do Criciúma, o último campeão catarinense antes do Figueira - a equipe levantou a taça em 2013, após superar a Chapecoense na final. Só que o Tigre não vive bom momento. Ao contrário do rival desta noite, a equipe do Sul do Estado ainda não venceu no Hexagonal e é a lanterna, com apenas um ponto ganho.
Os dois clubes têm apostado nas categorias de base, embora de formas e razões distintas. O Alvinegro reúne uma mescla de jogadores experientes com jovens que têm entrado no decorrer das partidas em um momento de alta da equipe. Já o Criciúma fez uma reestruturação forçada, após gastar milhões ano passado com atletas consagrados e, mesmo assim, não chegar à final do Estadual e ainda por cima cair para a Série B do Brasileirão.
Promessas abundam no elenco carvoeiro. No entanto, há poucas peças experientes para contrapor e as que lá estão não têm dado conta do recado, caso de Cleber Santana, um líder que aparenta estar escondido, e de Lucca, que já demonstrou nervosismo em algumas partidas e foi expulso de campo em jogo contra a Chapecoense, na primeira fase.
É chegada a hora dos mais rodados darem suporte para os garotos para reagir na competição, pois chegar à última rodada do turno com apenas um ponto, enquanto um rival teria 10 e os demais podem chegar a sete e oito, praticamente sepultaria as chances do Criciúma de ir à finalíssima.
Do lado do Figueirense, atletas como Leandro Silva, Thiago Heleno, Marquinhos Pedroso e Dudu, que estiveram na final de 2014, querem o bicampeonato, o que pode ajudar a alçar voos ainda maiores. Isso porque, o clube nunca foi 'apenas' bicampeão. Nas duas vezes que ganhou o Estadual mais de uma vez de forma consecutiva, alcançou o tricampeonato. A primeira, nos anos 30 (entre 1935 e 1937). A segunda ocorreu entre 2002 e 2004.
Esse período marcou uma geração de jogadores vitoriosos que passaram pelo clube e teve como símbolo de amor e dedicação o eterno capitão Márcio Goiano, o lateral Paulo Sérgio, ambos tricampeões, o goleiro Edson Bastos, bicampeão, além do ídolo Fernandes e de atletas que fizeram história no futebol brasileiro, como Evair e Cléber e Sergio Manoel. Mais um ponto positivo para o torcedor alvinegro lembrar e sorrir.
Matéria originalmente publicada em diario.com.br/esportes. Clique no link e confira.
E para continuar em busca desse objetivo, o Furacão quer uma vitória no Orlando Scarpelli diante do Criciúma, o último campeão catarinense antes do Figueira - a equipe levantou a taça em 2013, após superar a Chapecoense na final. Só que o Tigre não vive bom momento. Ao contrário do rival desta noite, a equipe do Sul do Estado ainda não venceu no Hexagonal e é a lanterna, com apenas um ponto ganho.
Os dois clubes têm apostado nas categorias de base, embora de formas e razões distintas. O Alvinegro reúne uma mescla de jogadores experientes com jovens que têm entrado no decorrer das partidas em um momento de alta da equipe. Já o Criciúma fez uma reestruturação forçada, após gastar milhões ano passado com atletas consagrados e, mesmo assim, não chegar à final do Estadual e ainda por cima cair para a Série B do Brasileirão.
Promessas abundam no elenco carvoeiro. No entanto, há poucas peças experientes para contrapor e as que lá estão não têm dado conta do recado, caso de Cleber Santana, um líder que aparenta estar escondido, e de Lucca, que já demonstrou nervosismo em algumas partidas e foi expulso de campo em jogo contra a Chapecoense, na primeira fase.
É chegada a hora dos mais rodados darem suporte para os garotos para reagir na competição, pois chegar à última rodada do turno com apenas um ponto, enquanto um rival teria 10 e os demais podem chegar a sete e oito, praticamente sepultaria as chances do Criciúma de ir à finalíssima.
Do lado do Figueirense, atletas como Leandro Silva, Thiago Heleno, Marquinhos Pedroso e Dudu, que estiveram na final de 2014, querem o bicampeonato, o que pode ajudar a alçar voos ainda maiores. Isso porque, o clube nunca foi 'apenas' bicampeão. Nas duas vezes que ganhou o Estadual mais de uma vez de forma consecutiva, alcançou o tricampeonato. A primeira, nos anos 30 (entre 1935 e 1937). A segunda ocorreu entre 2002 e 2004.
Esse período marcou uma geração de jogadores vitoriosos que passaram pelo clube e teve como símbolo de amor e dedicação o eterno capitão Márcio Goiano, o lateral Paulo Sérgio, ambos tricampeões, o goleiro Edson Bastos, bicampeão, além do ídolo Fernandes e de atletas que fizeram história no futebol brasileiro, como Evair e Cléber e Sergio Manoel. Mais um ponto positivo para o torcedor alvinegro lembrar e sorrir.
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sábado, 21 de março de 2015
Campeonato Catarinense: Inter de Lages e JEC fazem confronto direto por vaga na final
O confronto* entre Inter de Lages e Joinville pode ser decisivo para as pretensões das duas equipes neste Hexagonal Semifinal do Campeonato Catarinense. Ambos com quatro pontos, podem ver nesta rodada Figueirense (7) e Chapecoense (5) dispararem nas duas primeiras colocações e encaminharem a decisão entre Oeste e Florianópolis.
Por isso, uma vitória no duelo do Estádio Vidal Ramos Júnior pode significar a sobrevivência na busca por uma vaga na finalíssima do Estadual. No caso do JEC, recupera o moral de um time que começou o regional com status de favorito. Para o Inter, os três pontos ajudam se consolidar como a surpresa da competição.
O Colorado da Serra ganhou sobrevida no Hexagonal após uma grande vitória por 2 a 0 sobre o Criciúma, no Sul do Estado. Foi o primeiro triunfo lageano fora de casa na competição. E agora o Leão Baio encontra o JEC em um local favorável; nos seis jogos disputados em Lages, o time treinado por Marcelo Mabília não decepcionou sua fanática torcida: não perdeu, venceu três e empatou outras três vezes.
Equipes empataram na primeira fase
O problema para o Inter é que um desses empates foi justamente contra o JEC, em partida válida pela quarta rodada do Estadual. O jogo do dia 13 de fevereiro terminou 1 a 1. Marcelo Costa abriu o placar para os visitantes no segundo tempo, mas, nos acréscimos, Marcelinho Paraíba deixou tudo igual.
Para o elenco tricolor, a partida é uma forma de começar a dar um padrão e um equilíbrio à equipe, que vive em uma constante gangorra e não consegue se aproximar do futebol apresentado na Série B do Brasileirão. Repleto de jogadores contundidos, o técnico Hemerson Maria tem dificuldade de escalar o time e é chamado de retranqueiro por parte da torcida.
* Matéria originalmente publicada em diario.com.br/esportes. Clique aqui e confira.
Por isso, uma vitória no duelo do Estádio Vidal Ramos Júnior pode significar a sobrevivência na busca por uma vaga na finalíssima do Estadual. No caso do JEC, recupera o moral de um time que começou o regional com status de favorito. Para o Inter, os três pontos ajudam se consolidar como a surpresa da competição.
O Colorado da Serra ganhou sobrevida no Hexagonal após uma grande vitória por 2 a 0 sobre o Criciúma, no Sul do Estado. Foi o primeiro triunfo lageano fora de casa na competição. E agora o Leão Baio encontra o JEC em um local favorável; nos seis jogos disputados em Lages, o time treinado por Marcelo Mabília não decepcionou sua fanática torcida: não perdeu, venceu três e empatou outras três vezes.
Equipes empataram na primeira fase
O problema para o Inter é que um desses empates foi justamente contra o JEC, em partida válida pela quarta rodada do Estadual. O jogo do dia 13 de fevereiro terminou 1 a 1. Marcelo Costa abriu o placar para os visitantes no segundo tempo, mas, nos acréscimos, Marcelinho Paraíba deixou tudo igual.
Para o elenco tricolor, a partida é uma forma de começar a dar um padrão e um equilíbrio à equipe, que vive em uma constante gangorra e não consegue se aproximar do futebol apresentado na Série B do Brasileirão. Repleto de jogadores contundidos, o técnico Hemerson Maria tem dificuldade de escalar o time e é chamado de retranqueiro por parte da torcida.
* Matéria originalmente publicada em diario.com.br/esportes. Clique aqui e confira.
sexta-feira, 20 de março de 2015
Libertadores: rodada positiva para Corinthians, São Paulo, Atlético Mineiro e Cruzeiro
A rodada desta semana da Libertadores foi bastante positiva para os brasileiros. Quatro deles venceram e um empatou fora de casa. O Corinthians deu passos largos rumo à classificação para a segunda fase. Já o São Paulo venceu a primeira batalha ante o San Lorenzo. Atlético-MG e Cruzeiro ganharam as primeiras na competição e apenas o Internacional ficou no 1 a 1 com o Emelec, em Manta.
No jogo de ida disputado no Morumbi, o São Paulo sofreu com a forte marcação argentina e com as dificuldades táticas e técnicas de sua equipe em má fase. Desta vez, no entanto, não faltaram raça e alma, tão pedidas pelos seus torcedores. Mesmo assim, o gol salvador saiu aos 44 minutos, com Michel Bastos, que lançou Carlinhos e correu para receber na cabeça e botar no fundo da rede do San Lorenzo. Desta vez, o santo foi mais forte que o papa.
Resta saber como será no dia 1º de abril, em Buenos Aires,. Nova vitória praticamente sacramenta a classificação tricolor às oitavas de final. Um empate será um bom negócio. Mas uma derrota deixa os dois times com seis pontos e embola novamente a luta pela segunda vaga. Isso porque, a primeira deve ser do Corinthians, que tem nove pontos e 100% de aproveitamento.
A dupla mineira se safou da humilhação. O Atlético Mineiro, que perdera as duas primeiras partidas, estaria praticamente fora se saísse de Bogotá derrotado pelo Santa Fé. Mas, na reestreia do atacante argentino Lucas Pratto, a equipe conseguiu um resultado improvável e venceu pelo placar mínimo e gol do ex-atleta do Vélez. No dia 9, o Galo recebe o Santa Fé e, se vencer, embola a luta do Grupo 1. Por enquanto, Colo Colo e Santa Fé lideram com seis, enquanto o time mineiro e Atlas têm três.
Já o Cruzeiro assumiu a ponta do grupo 3 ao bater o Mineros de Guayana, na Venezuela, por 2 a 0. A equipe foi a cinco pontos e supera o Universitário de Sucre no saldo de gols. Em uma chave que poucos times venceram, a Raposa ainda ao menos parou de empatar. Por exemplo, o Huracán, terceiro colocado, empatou seus três confrontos.
Por fim, o Internacional perdeu uma boa chance de disparar no Grupo 4. Apesar de ser difícil bater o Emelec no Equador, a partida não foi em Guaiaquil pois o estádio está sendo reformado. E o Colorado jogou com um a mais boa parte do jogo. Mesmo assim, tomou sufoco no fim e o empate ficou de bom tamanho. Com sete pontos, perde a ponta para os equatorianos por causa do saldo de gols. The Strongest, com seis, funga no cangote dos líderes. Universidad de Chile com três joga em casa com o Inter na próxima rodada e vai com tudo para continuar com chance. Vida dura para D'Alessandro e companhia na Libertadores.
No jogo de ida disputado no Morumbi, o São Paulo sofreu com a forte marcação argentina e com as dificuldades táticas e técnicas de sua equipe em má fase. Desta vez, no entanto, não faltaram raça e alma, tão pedidas pelos seus torcedores. Mesmo assim, o gol salvador saiu aos 44 minutos, com Michel Bastos, que lançou Carlinhos e correu para receber na cabeça e botar no fundo da rede do San Lorenzo. Desta vez, o santo foi mais forte que o papa.
Resta saber como será no dia 1º de abril, em Buenos Aires,. Nova vitória praticamente sacramenta a classificação tricolor às oitavas de final. Um empate será um bom negócio. Mas uma derrota deixa os dois times com seis pontos e embola novamente a luta pela segunda vaga. Isso porque, a primeira deve ser do Corinthians, que tem nove pontos e 100% de aproveitamento.
A dupla mineira se safou da humilhação. O Atlético Mineiro, que perdera as duas primeiras partidas, estaria praticamente fora se saísse de Bogotá derrotado pelo Santa Fé. Mas, na reestreia do atacante argentino Lucas Pratto, a equipe conseguiu um resultado improvável e venceu pelo placar mínimo e gol do ex-atleta do Vélez. No dia 9, o Galo recebe o Santa Fé e, se vencer, embola a luta do Grupo 1. Por enquanto, Colo Colo e Santa Fé lideram com seis, enquanto o time mineiro e Atlas têm três.
Já o Cruzeiro assumiu a ponta do grupo 3 ao bater o Mineros de Guayana, na Venezuela, por 2 a 0. A equipe foi a cinco pontos e supera o Universitário de Sucre no saldo de gols. Em uma chave que poucos times venceram, a Raposa ainda ao menos parou de empatar. Por exemplo, o Huracán, terceiro colocado, empatou seus três confrontos.
Por fim, o Internacional perdeu uma boa chance de disparar no Grupo 4. Apesar de ser difícil bater o Emelec no Equador, a partida não foi em Guaiaquil pois o estádio está sendo reformado. E o Colorado jogou com um a mais boa parte do jogo. Mesmo assim, tomou sufoco no fim e o empate ficou de bom tamanho. Com sete pontos, perde a ponta para os equatorianos por causa do saldo de gols. The Strongest, com seis, funga no cangote dos líderes. Universidad de Chile com três joga em casa com o Inter na próxima rodada e vai com tudo para continuar com chance. Vida dura para D'Alessandro e companhia na Libertadores.
terça-feira, 17 de março de 2015
Libertadores: Corinthians confirma favoritismo e vence o Danubio
O Corinthians confirmou o favoritismo e bateu o Danubio por 2 a 1, na noite desta terça-feira, em Montevidéu, em partida válida pela terceira rodada do Grupo 2 da Libertadores. O atacante peruano Paolo Guerrero e o zagueiro Felipe fizeram os gols da equipe paulista. Gonzalo descontou par aos uruguaios. Quando o jogo estava 0 a 0, Renato Augusto chegou a perder uma penalidade máxima.
A partida se mostrou mais difícil do que o imaginado, principalmente no primeiro tempo, quando o time da casa se trancou na defesa e deixou o ataque corintiano com dificuldade para encontrar espaços.
As coisas melhoraram no segundo tempo, quando os uruguaios precisaram ir para o ataque para tentar marcar os três primeiros pontos na competição, e principalmente após mexidas do técnico Tite. Danilo, como sempre, entrou bem e deu mais movimentação ao setor ofensivo.
Mas quem continua fazendo a diferença no Alvinegro é o atacante peruano, que dificilmente deverá continuar no clube. Guerrero foi decisivo mais uma vez ao fazer o gol aos 25 minutos da etapa final. De cabeça, após cruzamento na área, Felipe ainda ampliou para o Timão nove minutos depois. O gol aos 47 de Gonzalo, que enfileirou a zaga paulista, serviu apenas para quebrar a invencibilidade de sete jogos sem tomar gols na temporada.
O Corinthians segue a passos largos rumo às oitavas de final da Libertadores. É o melhor time do Grupo 2 e um dos melhores da competição. Resta saber quem vai ficar com a segunda vaga. São Paulo e San Lorenzo, ambos com três pontos, começam a definir essa história nesta quarta-feira, às 22h, no Morumbi.
A partida se mostrou mais difícil do que o imaginado, principalmente no primeiro tempo, quando o time da casa se trancou na defesa e deixou o ataque corintiano com dificuldade para encontrar espaços.
As coisas melhoraram no segundo tempo, quando os uruguaios precisaram ir para o ataque para tentar marcar os três primeiros pontos na competição, e principalmente após mexidas do técnico Tite. Danilo, como sempre, entrou bem e deu mais movimentação ao setor ofensivo.
Mas quem continua fazendo a diferença no Alvinegro é o atacante peruano, que dificilmente deverá continuar no clube. Guerrero foi decisivo mais uma vez ao fazer o gol aos 25 minutos da etapa final. De cabeça, após cruzamento na área, Felipe ainda ampliou para o Timão nove minutos depois. O gol aos 47 de Gonzalo, que enfileirou a zaga paulista, serviu apenas para quebrar a invencibilidade de sete jogos sem tomar gols na temporada.
O Corinthians segue a passos largos rumo às oitavas de final da Libertadores. É o melhor time do Grupo 2 e um dos melhores da competição. Resta saber quem vai ficar com a segunda vaga. São Paulo e San Lorenzo, ambos com três pontos, começam a definir essa história nesta quarta-feira, às 22h, no Morumbi.
segunda-feira, 16 de março de 2015
Brasileiros em ação na Copa Libertadores
Os cinco times brasileiros envolvidos na Copa Libertadores entram em campo esta semana. E todos com missões importantes e que vão definir seus destinos na competição. O único que está em situação mais tranquila é o Corinthians, que joga nesta terça-feira, às 20h, em Montevidéu, contra o Danubio.
Líder do Grupo 2 com seis pontos, a equipe pode encaminhar a classificação em caso de vitória.
A única dúvida do técnico Tite é se o meia Renato Augusto, que volta de lesão, terá condições de jogo. Já Danilo, poupado da rodada do Paulistão no fim de semana, deve voltar ao time. No ataque, Guerrero volta após cumprir suspensão de três jogos pela expulsão contra o Once Caldas, na primeira fase.
O Corinthians tenta manter a distância para o São Paulo e San Lorenzo, ambos com três pontos. O tricolor paulista encara o time argentino amanhã, às 22h, no Morumbi. Luis Fabiano, Centurión e Souza são as dúvidas do treinador Muricy Ramalho para o confronto, considerado o primeiro de um mata-mata antecipado. Isso porque na semana que vem as duas equipes voltam a se enfrentar, desta vez em Buenos Aires. Quem somar mais pontos nesses dois jogos encaminha a vaga.
A diretoria são-paulina fez uma promoção e, quem comprar ingresso na antiga arquibancada amarela e pagar a bagatela de R$ 120 (o ingresso mais barato) poderá levar um acompanhante de graça. A medida tenta amenizar o impacto negativo dos altos preços dos bilhetes na Copa Libertadores, motivo de fortes protestos da torcida.
Mais dois jogos de brasileiros ocorrem na quarta-feira. Às 19h45min, o Internacional encara o Emelec, em Guaiaquil. Os dois times têm seis pontos e disputam a ponta do Grupo 4, que ainda tem Strongest e Universidad do Chile, ambos com três e que se enfrentam nesta terça, em La Paz, e um deles pode colar na briga pela ponta.
Outro brasuca em campo é o Atlético-MG, que vai a Bogotá encarar o Santa Fé, da Colômbia, líder do Grupo 1 com seis pontos ganhos. É praticamente a última chance do Galo se recuperar e continuar sonhando com a próxima fase, já que ainda não somou pontos e está atrás de Colo Colo (6) e Atlas (3).
O último brasileiro a entrar em campo esta semana é o Cruzeiro, que vai a Venezuela na quinta-feira encarar o Mineros, às 21h45min. Com dois pontos, a Raposa precisa da vitória para alcançar o líder Universitário de Sucre, da Bolívia, que tem cinco e já realizou três partidas, o mesmo que o Huracán, que tem três pontos.
Líder do Grupo 2 com seis pontos, a equipe pode encaminhar a classificação em caso de vitória.
A única dúvida do técnico Tite é se o meia Renato Augusto, que volta de lesão, terá condições de jogo. Já Danilo, poupado da rodada do Paulistão no fim de semana, deve voltar ao time. No ataque, Guerrero volta após cumprir suspensão de três jogos pela expulsão contra o Once Caldas, na primeira fase.
O Corinthians tenta manter a distância para o São Paulo e San Lorenzo, ambos com três pontos. O tricolor paulista encara o time argentino amanhã, às 22h, no Morumbi. Luis Fabiano, Centurión e Souza são as dúvidas do treinador Muricy Ramalho para o confronto, considerado o primeiro de um mata-mata antecipado. Isso porque na semana que vem as duas equipes voltam a se enfrentar, desta vez em Buenos Aires. Quem somar mais pontos nesses dois jogos encaminha a vaga.
A diretoria são-paulina fez uma promoção e, quem comprar ingresso na antiga arquibancada amarela e pagar a bagatela de R$ 120 (o ingresso mais barato) poderá levar um acompanhante de graça. A medida tenta amenizar o impacto negativo dos altos preços dos bilhetes na Copa Libertadores, motivo de fortes protestos da torcida.
Mais dois jogos de brasileiros ocorrem na quarta-feira. Às 19h45min, o Internacional encara o Emelec, em Guaiaquil. Os dois times têm seis pontos e disputam a ponta do Grupo 4, que ainda tem Strongest e Universidad do Chile, ambos com três e que se enfrentam nesta terça, em La Paz, e um deles pode colar na briga pela ponta.
Outro brasuca em campo é o Atlético-MG, que vai a Bogotá encarar o Santa Fé, da Colômbia, líder do Grupo 1 com seis pontos ganhos. É praticamente a última chance do Galo se recuperar e continuar sonhando com a próxima fase, já que ainda não somou pontos e está atrás de Colo Colo (6) e Atlas (3).
O último brasileiro a entrar em campo esta semana é o Cruzeiro, que vai a Venezuela na quinta-feira encarar o Mineros, às 21h45min. Com dois pontos, a Raposa precisa da vitória para alcançar o líder Universitário de Sucre, da Bolívia, que tem cinco e já realizou três partidas, o mesmo que o Huracán, que tem três pontos.
domingo, 15 de março de 2015
Campeonato Catarinense: Figueirense atropela o Metropolitano e mostra porque é o mais forte do Estado
O Figueirense mostrou porque é o time melhor estruturado e mais consistente de Santa Catarina. Mesmo jogando em Blumenau, a equipe de Argel Fucks trucidou o Metropolitano, venceu por 4 a 0 e poderia ter feito mais.
O Alvinegro dominou o jogo do início ao fim e disparou na ponta da tabela de classificação do Campeonato Catarinense, ao chegar aos sete pontos, dois a mais que a Chapecoense, que empatou sem gols contra o Joinville, fora de casa. O resto tá tudo embolado, mas o clube de Florianópolis dá mostras de que vai decidir sua vaga muito em breve.
Aliás, a diferença entre Figueirense e Chapecoense, os dois melhores times do Estado, está na maior regularidade do Alvinegro em relação ao Verdão no decorrer das partidas. E na intensidade. É um time que marca duro no meio, rouba a bola e ataca em bloco, com quatro, cinco jogadores.
Por sua vez, a equipe do Oeste começou arrasadora na competição, tem melhores valores e um elenco mais qualificado, mas parece que administra demais os jogos, ganha em casa e joga para empatar fora Tem sido um tanto quanto burocrática. Pode resolver para chegar à final. Mas uma vez lá, vai precisar mostrar mais para ficar com o caneco. Ainda mais se for contra o Figueira, que bateu a Chape, na Arena Condá, na primeira fase.
Um destaque do duelo de Blumenau que vale citar é o partidaço de Rafael Bastos. É um meia que invade a área, organiza as jogadas e se apresenta para conclui-las. Fez a parede do primeiro gol, de Clayton, soltou uma bomba no segundo e tá começando a mostrar a que veio.
Após muitos anos no exterior, veio do Oriente Médio meio fora de forma e um tanto quanto perdido na velocidade do futebol catarinense, uma correria sem fim e canelas para todos os lados. Mas, após um breve período de adaptação, deu mostras de que poderá ser o que o Argel precisa para a temporada, após as saídas de Marco Antônio e Giovanni Augusto.
O Alvinegro dominou o jogo do início ao fim e disparou na ponta da tabela de classificação do Campeonato Catarinense, ao chegar aos sete pontos, dois a mais que a Chapecoense, que empatou sem gols contra o Joinville, fora de casa. O resto tá tudo embolado, mas o clube de Florianópolis dá mostras de que vai decidir sua vaga muito em breve.
Aliás, a diferença entre Figueirense e Chapecoense, os dois melhores times do Estado, está na maior regularidade do Alvinegro em relação ao Verdão no decorrer das partidas. E na intensidade. É um time que marca duro no meio, rouba a bola e ataca em bloco, com quatro, cinco jogadores.
Por sua vez, a equipe do Oeste começou arrasadora na competição, tem melhores valores e um elenco mais qualificado, mas parece que administra demais os jogos, ganha em casa e joga para empatar fora Tem sido um tanto quanto burocrática. Pode resolver para chegar à final. Mas uma vez lá, vai precisar mostrar mais para ficar com o caneco. Ainda mais se for contra o Figueira, que bateu a Chape, na Arena Condá, na primeira fase.
Um destaque do duelo de Blumenau que vale citar é o partidaço de Rafael Bastos. É um meia que invade a área, organiza as jogadas e se apresenta para conclui-las. Fez a parede do primeiro gol, de Clayton, soltou uma bomba no segundo e tá começando a mostrar a que veio.
Após muitos anos no exterior, veio do Oriente Médio meio fora de forma e um tanto quanto perdido na velocidade do futebol catarinense, uma correria sem fim e canelas para todos os lados. Mas, após um breve período de adaptação, deu mostras de que poderá ser o que o Argel precisa para a temporada, após as saídas de Marco Antônio e Giovanni Augusto.
quinta-feira, 18 de julho de 2013
Atlético-MG bobeia no Paraguai e vai precisar de uma façanha para ganhar Libertadores
O Atlético-MG perdeu mais uma fora de casa na Libertadores e agora vai ter que correr atrás, semana que vem, no Mineirão, para conseguir reverter os 2 a 0 sofridos nesta quarta-feira ante o Olimpia, em Assunção.
Um feito quase inédito. Somente o Atlético Nacional, de Medellín, em 1989, justamente ante o clube paraguaio, conseguiu tal façanha. Após perder por 2 a 0 fora, venceu pelo mesmo resultado em casa e bateu o rival nos pênaltis.
Quanto ao jogo, apesar do domínio geral e das melhores oportunidades dos atleticanos, os paraguaios saíram na frente aos 22', em uma jogada individual de Alejandro Silva, que passou por três rivais antes de tocar no canto esquerdo de Victor.
No segundo tempo, a torcida continuou jogando junto do time da casa, que permaneceu pressionando os visitantes, que, a cada momento, se viam mais acuados. Perto do fim, Marcos Rocha tomou o terceiro amarelo e ficará fora da finalíssima. Assim como Richarlyson, que conseguiu a proeza de ser expulso após uma falta de ataque próximo à grande área do oponente. Desta forma, o time mineiro não contará com seus dois laterais para o jogo da volta.
Para piorar, um gol tomado aos 48', de falta, em um erro crasso de comunicação entre o goleiro Victor e o atacante Alecsandro, que, no meio do chute de Pittoni, foi cobrir a trave direita e acabou atrapalhando o seu goleiro, que não conseguiu ir na bola. Esse erro tolo, praticamente entregando um gol ao adversário numa final, pode ter decretado o campeão.
Sem o Independência, mas com mais que o dobro de pessoas para empurrar a equipe, o Atlético vai ter que mostrar força também no Mineirão para mudar o destino iniciado no primeiro jogo. A equipe de Minas tem chance de devolver o placar e levar a decisão para a prorrogação. Mas vai ser (mais um) sofrimento. Desnecessário, mas que o acaso acabou levando para tal situação.
Recopa
Deu a lógica no Pacaembu. Mais arrumado e organizado em campo (embora não estar jogando essa bola toda), o Corinthians foi superior e conquistou o troféu sem sofrimento.
Deu a lógica no Pacaembu. Mais arrumado e organizado em campo (embora não estar jogando essa bola toda), o Corinthians foi superior e conquistou o troféu sem sofrimento.
Desorganizado, cansado, preguiçoso, brigado e em crise, o São Paulo viu a freguesia para o rival aumentar e diminuir a chance de taças em 2013. Paulo Autuori vai ter muito trabalho para motivar os jogadores e, mais que isso, arrumar a bagunça tática em que o time se encontra atualmente, em especial a zaga, frágil, fraca e desprotegida por volantes que não guardam a posição.
E o São Paulo ainda vai jogar com o Bayern de Munique no final do mês. Que azar essa excursão agora, hein?
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quarta-feira, 17 de julho de 2013
São Paulo e Corinthians já se enfrentaram em uma semifinal de um torneio da Conmebol
Vamos a um "esquenta" da final da Recopa, que acontece hoje, mesmo com a primeira final da Libertadores - a Conmebol é genial, não?
O jogo desta quarta-feira entre São Paulo e Corinthians, pela Recopa Sul-Americana, marca o segundo duelo internacional entre os dois clubes. A primeira vez que ambos se encontraram em uma competição continental oficial foi a Copa Conmebol, de 1994, conquistada pelo clube tricolor.
E somente um jogador poderá dizer que participou destas duas eliminatórias continentais. Rogério Ceni, 40, comandou o então chamado "Expressinho" (enquanto a equipe principal jogava em outros torneios), um time formado com garotos da base, entre eles jogadores como Denílson, Caio e Juninho Paulista, que já penduraram as chuteiras.
São-paulinos e corintianos se encontraram nas semifinais daquela competição e a vaga foi decidida nos pênaltis, após 12 gols em duas partidas.
Comandado pelo técnico Muricy Ramalho (ainda em sua primeira passagem como técnico), o São Paulo venceu o jogo de ida, no Pacaembu, por 4 a 3, no dia 29 de novembro de 1994. Juninho Paulista anotou três tentos e foi o destaque daquela noite. Catê, morto em 2011 em um acidente de carro, completou o marcador. Fizeram para o Corinthians Casagrande (sim, o comentarista), Branco (aquele mesmo, da Copa) e Marques (é, aquele outro).
No duelo da volta, no Morumbi, no dia 9 de dezembro, o time alvinegro ganhou por 3 a 2. Daniel, Tupãzinho e Viola anotaram para os visitantes. Descontaram Caio e Juninho para a equipe da casa.
Nas penalidades, Rogério Ceni, então com 21 anos, defendeu as cobranças do zagueiro Gralak e do lateral Leandro Silva e garantiu a classificação à inédita final --com 5 a 4 no placar-- para a equipe são-paulina, que acabou conquistando o troféu da Copa Conmebol daquele ano, após golear o Peñarol, no Morumbi, por 6 a 1 e perder em Montevidéu por 3 a 0.
A ver mais tarde se o final da Recopa será feliz para o goleiro quarentão ou se desta vez os corintianos rirão por último.
Relembre abaixo a lista de "aqueles", digo, jogadores que atuaram na segunda partida da semifinal da Copa Conmebol de 1994.
SÃO PAULO: Rogério; Pavão, Nélson, Bordon e Ronaldo Luís; Mona, Pereira, Denilson e Juninho; Catê e Caio.
Técnico: Muricy Ramalho
CORINTHIANS: Ronaldo; Leandro, Gralak, Henrique e Daniel; Zé Elias, Wilson Mano (Embu), Casagrande e Branco (Adil); Tupãzinho e Viola.
Técnico: Jair Pereira
Publicado originalmente na Folha de S. Paulo (esta versão contém alterações em relação ao texto original)
Atlético-MG e Olimpia já disputaram final internacional há 21 anos
Atlético-MG e Olimpia se encontram pela segunda vez em uma final de torneio continental. Há 21 anos, as duas equipes se defrontaram na Copa Conmebol, terceira competição em nível de importância criada pela entidade de mesmo nome, em uma época que existia a Libertadores e a Supercopa dos Campeões da Libertadores.
Ainda assim, é um título, e que foi conquistado pelos mineiros. Na primeira fase, o Atlético eliminou o Fluminense. Após perder o primeiro jogo por 2 a 1, no Rio, goleou os cariocas por 5 a 1. Nas quartas, empate com o Junior da Colômbia por 2 a 2, fora de casa, e um 3 a 0 incontestável no Mineirão. Nas semifinais, derrota no Equador para El Nacional por 1 a 0, insuficiente, no entanto, para parar o time brasileiro, que bateu o oponente por 2 a 0 e foi a sua primeira final internacional oficial.
Ao contrário das fases anteriores, o primeiro jogo foi no Mineirão, no dia 16 de setembro de 1992. Em uma noite chuvosa, o Atlético conseguiu uma boa vantagem, ao vencer o Olimpia por 2 a 0, os dois gols marcados pelo atacante Negrini, que havia chegado ao clube há apenas dois meses.
Clique aqui e veja a ficha técnica do 1º jogo da final
O jogo da volta, uma semana depois, foi vencido pelo time paraguaio. Caballero fez o gol da vitória em um chute "espírita", só que aos 45' do segundo tempo, insuficiente para levar o duelo para os pênaltis - seria a terceira disputa seguida do Olimpia, que chegou à final graças aos tiros da marca penal.
Assim, a geração de atleticanos como o meia Ailton (que passou por São Paulo e São Caetano), os volantes Moacir (Corinthians) e Éder Lopes, o mítico lateral Alfinete e o goleiro João Leite marcaram a época e levaram para Belo Horizonte o primeiro título internacional do clube.
Abaixo tem um vídeo da campanha do Atlético, com lances de todos os jogos disputados no Mineirão e das finais. Mas vale a pena ver o segundo gol do time brasileiro na semifinal ante El Nacional. Que gol contra esquisito do tal do Quiñonéz!
Ainda assim, é um título, e que foi conquistado pelos mineiros. Na primeira fase, o Atlético eliminou o Fluminense. Após perder o primeiro jogo por 2 a 1, no Rio, goleou os cariocas por 5 a 1. Nas quartas, empate com o Junior da Colômbia por 2 a 2, fora de casa, e um 3 a 0 incontestável no Mineirão. Nas semifinais, derrota no Equador para El Nacional por 1 a 0, insuficiente, no entanto, para parar o time brasileiro, que bateu o oponente por 2 a 0 e foi a sua primeira final internacional oficial.
Ao contrário das fases anteriores, o primeiro jogo foi no Mineirão, no dia 16 de setembro de 1992. Em uma noite chuvosa, o Atlético conseguiu uma boa vantagem, ao vencer o Olimpia por 2 a 0, os dois gols marcados pelo atacante Negrini, que havia chegado ao clube há apenas dois meses.
Clique aqui e veja a ficha técnica do 1º jogo da final
O jogo da volta, uma semana depois, foi vencido pelo time paraguaio. Caballero fez o gol da vitória em um chute "espírita", só que aos 45' do segundo tempo, insuficiente para levar o duelo para os pênaltis - seria a terceira disputa seguida do Olimpia, que chegou à final graças aos tiros da marca penal.
Assim, a geração de atleticanos como o meia Ailton (que passou por São Paulo e São Caetano), os volantes Moacir (Corinthians) e Éder Lopes, o mítico lateral Alfinete e o goleiro João Leite marcaram a época e levaram para Belo Horizonte o primeiro título internacional do clube.
Abaixo tem um vídeo da campanha do Atlético, com lances de todos os jogos disputados no Mineirão e das finais. Mas vale a pena ver o segundo gol do time brasileiro na semifinal ante El Nacional. Que gol contra esquisito do tal do Quiñonéz!
Olimpia repete 2002 e encara na decisão rival sem tradição na Libertadores
O Decano paraguaio chega a sua sétima final de Libertadores contra um rival com pouca tradição em competições internacionais, assim como da última vez que o Olimpia disputou (e ganhou) a decisão do torneio continental. O título de 2002, obtido no Pacaembu, nos pênaltis, foi em cima de uma equipe virgem em decisões Libertadores, mas que que era favorita, depois de vencer a primeira partida, em Assunção.
Claro, não dá para comparar a história do São Caetano com a do Atlético-MG, mas os paulistas eram favoritos há 11 anos e perderam o título de forma surpreendente, até porque saíram na frente no segundo jogo, levaram a virada e se apequenaram nas penalidades diante do gigante paraguaio.
A campanha do Olimpia nessa Libertadores é surpreendente, levando-se em conta o desempenho da seleção paraguaia nas Eliminatórias (ocupa a lanterna com oito pontos e tem pouquíssimas chances de disputar o Mundial-14) e do Cerro Porteño, seu rival nesta edição da Libertadores (apenas ponto em seis jogos, nenhuma vitória e a demissão do uruguaio Jorge Fossatti na segunda rodada do torneio).
Se olhar o futebol nacional, será perceptível o surgimento de outras forças, como o Nacional, que conquistou duas taças nacionais e principalmente o Libertad, terceira força que surgiu no país. O time tem oito troféus paraguaios desde 2002 - o Cerro Porteño tem quatro, o Guaraní e o Decano um. Coincidência ou não, após o último troféu da Libertadores, o Olimpia esteve ausente da competição (disputou em 2003, 2004 e 2012), abrindo espaço para novos adversários menores, como o Tacuary e o próprio Guaraní.
E mesmo após esta retomada olimpiana, a crise parece rondar o clube, que vive às voltas com problemas financeiros que deixam o clima tenso entre os jogadores e a diretoria. Em janeiro, o presidente renunciou e o Olimpia quase não entrou em campo na primeira fase da competição por conta de salários atrasados e premiações que continuam pendentes.
Ainda assim, o time terminou a fase de grupos como líder do Grupo 7, com 13 pontos, quatro a mais que o Newell's Old Boys, segundo classificado que acabou eliminado pelo time mineiro na outra semifinal. Universidade de Chile e Deportivo Lara ficaram pelo caminho. Nas oitavas, os paraguaios suaram a camisa para eliminar o Tigre, da Argentina.
Nas quartas, empataram sem gols com o Fluinense, no Rio, o que abriu caminho para superar o clube brasileiro em casa. Já na semi, uma vitória confortável por 2 a 0, em Assunção, trouxe tranquilidade em Bogotá e, mesmo com a derrota para o Santa Fé pelo placar mínimo, a sétima final estava garantida. Um feito e tanto para o velho Decano.
Finais do Olimpia na Libertadores
Títulos
2002 - São Caetano
2002 - São Caetano
1990 - Barcelona (Equador)
1979 - Boca Juniors
Vices
1991 - Colo-Colo
1989 - Nacional (Colômbia)
Atlético-MG busca inédito tetra brasileiro na Libertadores
O Atlético-MG entra em campo às 21h50 desta quarta-feira diante do Olimpia no estádio Defensores del Chaco, em Assunção, na busca de um feito inédito para o futebol brasileiro: o tetracampeonato consecutivo da Libertadores por equipes tupiniquins.
Os últimos três campeões são todos do futebol pentacampeão do mundo: Corinthians (2012), Santos (2011) e Internacional (2010). O Brasil já foi tricampeão seguido no fim dos anos 90. Cruzeiro (1997), Vasco (1998) e Palmeiras (1999) aumentaram a galeria brasileira, interrompida pelo Boca Juniors, que bateu o time alviverde na decisão de 2000.
O futebol argentino detém o recorde atual de quatro conquistas, obtido em duas oportunidades. O Racing abriu a série em 1967, após derrubar o uruguaio Nacional. Nos três anos seguintes, o torneio máximo da América do Sul ficou nas mãos do Estudiantes, sendo as conquistas de 1969 e 1970 obtidas de forma invicta.
A outra vez em que a Argentina foi tetracampeã consecutiva ocorreu graças a uma única equipe. O Independiente - dono de sete troféus da Libertadores - foi tetracampeão consecutivo entre 1972 e 1975, época em que o vencedor de um ano entrava nas semifinais da competição seguinte.
Argentinos têm mais finais consecutivas
Se o Brasil pode igualar a marca argentina de títulos seguidos, o mesmo está longe de ocorrer em relação a finais consecutivas na Libertadores. O Atlético-MG levou o país à marca de nove decisões em sequência - desde 2005, quando São Paulo e Atlético-PR protagonizaram a primeira final entre dois times de um mesmo país na história do torneio. Porém, a Argentina disputou 17 finais seguidas entre os anos de 1963 e 1979.
A distância é grande também no total de títulos: 22 conquistas argentinas contra 16 brasileiras.
PS: Após um longo período de ausência, retomo este espaço para algumas reflexões e curiosidades sobre o futebol sul-americano. Será mais espaçado, e também mais variado. Espero que tudo dê certo. Hasta pronto!
sexta-feira, 8 de março de 2013
São Paulo apenas empata em casa com o Arsenal e se complica na Libertadores
O São Paulo não saiu do 1 a 1 diante do Arsenal, ontem à noite no Pacaembu. O resultado deixou o clube do Morumbi na vice-liderança do Grupo 3 com quatro pontos, cinco a menos que o Atlético-MG, melhor da chave. Em terceiro está o Strongest com três pontos. Os argentinos seguram a lanterna com apenas um.
O empate complicou a vida tricolor, pois os próximos dois jogos serão fora de casa, ante o Arsenal, na quinta-feira da semana que vem (dia 14), e o Strongest no dia 4 de abril. O time vai precisar vencer ao menos um dos duelos se quiser continuar na Copa Libertadores.
O São Paulo continua com o velho problema de furar bloqueios defensivos. Sem Lucas, as alternativas se restringem em Osvaldo, que ontem, não esteve em uma boa jornada. Pela direita, Aloisio, em noite muito apagada, foi pouco participativo. Os laterais Cortez e Douglas afunilaram demais as jogadas, facilitando a marcação do Arsenal. Sobrou para Jadson organizar a equipe. Mas, sozinho, teve dificuldades. Apenas quando Ganso entrou na etapa final sua vida ficou mais fácil.
Ainda assim, o São Paulo criou algumas jogadas, mas esbarrou na trave em no arqueiro Campestrini. Os argentinos encontraram espaço nas costas dos laterais e no meio da zaga, fragilizada com o pouco apoio dos volantes. Porém, os visitantes atacaram pouco e se preocuparam mais em fazer cera e deixar o cronômetro correr.
Como castigo, o São Paulo abriu o placar nos acréscimos. Osvaldo roubou a bola no meio campo e partiu em velocidade. Na sequência, o atacante rolou para Jadson, que deixou para Aloisio, que foi à linha de fundo e, de calcanhar, rolou para trás. Jadson encheu o pé. A bola bateu na trave antes de entrar.
Se esperava que no segundo tempo o São Paulo conseguisse controlar o jogo e encontrasse espaços nos contra-ataques. Mas não deu tempo. Com dois minutos de jogo, o Arsenal foi para cima e, após cruzamento na área, a bola bateu em Cortez e o árbitro colombiano Wilmar Roldán apitou a penalidade. Benedetto cobrou forte no canto direito de Ceni e igualou o confronto.
A partir daí o São Paulo ficou nervoso, como na semana passada, e sofreu ainda mais para cirar chances. ganso entrou no lugar de Fabrício e Jadson teve uma companhia para criar. Mas a insistência nas jogadas pelo meio aumentou o sofrimento da torcida. Aloisio saiu para a entrada de Maicon e o time da casa perdeu força ofensiva, recobrada apenas no fim, quando Wellington saiu para a entrada de Cañete.
Os donos da casa acamparam no território rival, tentaram de todas as formas, mas a noite não era tricolor. Fim de jogo, empate em casa e, para piorar, Luis Fabiano foi reclamar com o árbitro e levou cartão vermelho. Mais uma vez, desfalque para a próxima partida no torneio continental.
Atlético-MG supera Strongest e confirma liderança isolada no Grupo 3
O Atlético-MG bateu ontem o Strongest por 2 a 1 e consolidou a liderança isolada no Grupo 3 da Copa Libertadores com nove pontos. Os bolivianos permaneceram com três pontos, em terceiro colocado.
As duas equipes voltam a se enfrentar na próxima quarta-feira, dia 13, desta vez na altitude de La Paz.
O Galo mineiro dominou toda a partida e tomou poucos sustos dos visitantes, que, no entanto, conseguiram neutralizar boa parte das jogadas criativas da equipe da casa, especialmente no primeiro tempo, dificultando a chegada no gol adversário.
Na segunda etapa, porém, o Atlético-MG conseguiu encontrar espaços. Aos 11', Ronaldinho avançou pela esquerda, penetrou na área e lançou para Jô. A bola ainda desviou em um defensor e o atacante do Galo, na pequena área, só empurrou para as redes.
O gol deu tranquilidade aos mineiros, que partiram para o ataque e chegaram ao segundo em cobrança de pênalti, aos 27'. Em seu lance característico, Ronaldinho olhou para trás e lançou a bola na direita para Marcos Rocha, que foi derrubado pelo defensor boliviano. O próprio Ronaldinho cobrou no canto direito e ampliou o placar.
Nos minutos finais, o Strongest foi para cima do Galo e conseguiu diminuir com Melgar, aos 46', escorando uma cabeçada, após cobrança de escanteio.
Nacional vence Boca na Bombonera e dispara na liderança do Grupo 1
O Nacional foi à Buenos Aires e venceu o Boca Juniors por 1 a 0, ontem, na estreia de Riquelme pela Copa Libertadores. O resultado fez os uruguaios dispararem na liderança do Grupo 1 com sete pontos. Em segundo está o Toluca, com quatro pontos, seguido pelo time argentino, com três. O lanterna é o Barcelona, com apenas dois pontos ganhos.
Na próxima quinta-feira, dia 14, Nacional e Boca se enfrentam novamente, desta vez em Montevidéu.
Nem com o estádio repleto para acompanhar a estreia de Riquelme nesta edição do torneio continental, o Boca conseguiu ser melhor em campo e seguiu a péssima fase de 2013, com maus resultados tanto no campeonato local, quanto na Libertadores.
Esta é a segunda derrota em casa na competição. Na estreia, a equipe perdeu de virada para o Toluca (1 a 2). Boca que já havia perdido no fim de semana, também na Bombonera, no jogo da volta de Riquelme ao clube, por 3 a 1 para o Unión, que não vencia no campeonato argentino há 26 rodadas.
O gol da vitória do Nacional foi marcado aos 20' da etapa inicial. Após cobrança de escanteio pela esquerda, o zagueiro Andrés Scotti subiu mais alto que a zaga xeneize e testou firme no canto direito de Agustín Orión. O time da casa ainda da casa ainda teve algumas oportunidades de empatar a partida, especialmente em cobranças de bola parada de Riquelme, mas a noite era uruguaia, 1 a 0, placar final.
Santa Fé vence Cerro Porteño de virada e alcança a vice-liderança do Grupo 6
O Independiente Santa Fé foi a Assunção e derrotou, de virada, o Cerro Porteño por 2 a 1, ontem à noite. Com o resultado, a equipe colombiana chegou à vice-liderança do Grupo 6 com cinco pontos. Os paraguaios ainda não marcaram pontos.
O líder da chave é o Real Garcilaso, com sete pontos. Em terceiro está o Deportes Tolima, com quatro. Na próxima rodada, Santa Fé e Cerro Porteño voltam a se enfrentar, desta vez em Bogotá, no dia 14.
O time da casa saiu na frente na primeira etapa. Aos 44', Bonnet dominou a bola na direita, próxima à área, e levantou para Jonathan Fabbro, que, dentro da área, matou no peito e, de virada, finalizou no canto direito do arqueiro colombiano.
O empate da equipe visitante veio aos 13'. Luis Carlos Arias foi derrubado dentro da área por William Martínez e Omar Pérez converteu a penalidade com um chute forte no meio do gol. A virada veio aos 32', também de pênalti. William Martínez segurou Jefferson Cuero dentro da área e foi expulso. Omar Pérez cobrou novamente no meio, com força, e garantiu a vitória por 2 a 1 do Santa Fé.
quinta-feira, 7 de março de 2013
Toluca e Barcelona ficam no 1 a 1 no México
Toluca e Barcelona empataram por 1 a 1 ontem no México, em partida válida pelo Grupo 1 da Copa Libertadores. Os mexicanos alcançaram a liderança ao lado do Nacional, com quatro pontos.
O Barcelona permaneceu na lanterna, com dois pontos, uma menos que o Boca Juniors, que joga nesta quinta-feira contra o Nacional. Mexicanos e equatorianos voltam a jogar entre si na próxima quarta-feira (dia 13), em Guaiaquil.
O Barcelona saiu na frente aos 35', com Damián Díaz. Em jogada rápida de contra-ataque, Díaz tabelou com Nahuelpán, que rolou para o atacante dentro da área. Díaz girou sobre o seu marcador e bateu na saída do goleiro Alfredo Talavera.
O empate do Toluca veio apenas aos 37' da etapa final. Após cruzamento da esquerda, o atacante Luis Tejada ganhou da zaga equatoriana pelo alto e testou forte no canto direito do arqueiro Máaimo Banguera.
Fluminense empata, mas vira líder do Grupo 8
O Fluminense ficou no 1 a 1 com o Huachipato na noite de ontem, mas alcançou a liderança do Grupo 8 da Copa Libertadores, com sete pontos. Mas o tricolor carioca tem uma partida a mais que o Grêmio, que está em segundo com seis pontos e poderá ultrapassá-lo, caso derrote o Caracas na próxima terça-feira (dia 12), na capital venezuelana. O Huachipato foi a quatro pontos e manteve chances de se classificar à próxima fase.
O próximo jogo dos chilenos será contra o Caracas, dia 3 de abril, na Venezuela. Uma semana depois, no dia 10 de abril, o Fluminense visitará o Grêmio.
O Huachipato ameaçou marcar a saída de bola dos cariocas nos primeiros minutos, mas desistiu e limitou-se a ficar atrás e não finalizou a gol nenhuma vez na primeira etapa. O Fluminense controlou a partida e, com boa movimentação e trocas de passes rápidas, envolveu o adversário.
Mas apesar da superioridade, a equipe da casa não conseguiu converter em gol as inúmeras oportunidades criadas. Tanto que o gol do time tricolor saiu de pênalti, aos 30'. O goleiro Nery Veloso recebeu um recuo de bola e, ameaçado por Deco, errou o chute e, na terceira tentativa, mandou a bola no pé de um companheiro. A pelota sobrou para o camisa 20 que, com o gol livre, acabou sendo puxado por um adversário. Fred bateu no canto esquerdo e abriu o placar.
No segundo tempo, o Huachipato mudou o esquema tático de 3-5-2 para 4-4-2, com duas linhas de quatro, liberando Arrué para municiar a dupla de ataque formada por Braian Rodríguez, mais efetivo, e o apagado Federico Falcone, que acabou saindo para a entrada de David Llanos. Já o Fluminense parou de jogar, começou a errar muitos passes e a irritar sua torcida.
Os chilenos cresceram na partida e passaram a ameaçar a meta de Cavalieri com cruzamentos na área. O empate veio aos 25', em cobrança de falta em dois lances na meia-lua. Arrué rolou apra Rodríguez, que chutou na barreira. No rebote, o meio-campista driblou um marcador e cruzou. A zaga afastou mal e Nuñez finalizou para as redes.
O gol acordou o Flu, que partiu para cima do rival, mas sem a mesma qualidade ofensiva da primeira etapa. As jogadas se restringiram a cruzamentos na área e a chutes de longa distância sem direção. No final, Rodríguez quase fez o tento da virada, mas Cavalieri segurou o placar de 1 a 1.
Corinthians perde jogo, invencibilidade e vê Tijuana disparar na ponta
O Corinthians foi a Tijuana, perdeu para o time da casa por um ano e encerrou a série invicta de 16 jogos pela Copa Libertadores. De quebra, viu a equipe mexicana disparar na ponta do Grupo 5 com nove pontos. O time alvinegro tem quatro. As duas agremiações voltam a duelar na quarta-feira que vem, dia 13, no Pacaembu.
Em uma partida movimentada, o Tijuana dominou a maior parte do confronto, mas teve no Corinthians um rival perigoso, que também ameaçou a meta rival e deixou a partida aberta e divertida para quem assistiu.
O time alvinegro teve dificuldades com o gramado sintético do estádio Caliente e, principalmente, com os erros de passes na saída de bola. Por sua vez, o Tijuana tentava acelerar o jogo e aproveitar a empolgação de sua torcida, que gritava em qualquer lance ofensivo.
O gol da partida saiu aos 19 minutos da etapa final, em um momento que o Corinthians não conseguia sair da defesa e era pressionado pelo rival. Em falta cobrada por Arce, o zagueiro Aguilar desviou de cabeça e Gandolfi mandou de calcanhar para o gol corintiano. Os visitantes ainda tentaram uma reação, mas a partida terminou 1 a 0 para os mexicanos.
Libertad empata em casa com Sporting Cristal, mas lidera grupo 2
O Libertad saiu atrás no placar, mas correu atrás do prejuízo e igualou o jogo por 2 a 2 com o Sporting Cristal, nesta quarta-feira, em Assunção. O resultado manteve os paraguaios na ponta da tabela do Grupo 2 com sete pontos, três a mais que os peruanos. No entanto, Na próxima terça-feira, as duas equipes se enfrentarão em Lima e o Cristal poderá igualar a pontuação.
Apesar do domínio territorial e da pressão dos gumarelos, os cerveceros é que abriram o marcador. Aos 24', em jogada pela direita, a bola foi cruzada para Ávila no bico da pequena área. O atacante deu um pulo esquisito, mas só assim conseguiu chutar a bola cruzada e enganar o arqueiro Rodrigo Muñoz.
O jogo seguiu da mesma forma no segundo tempo, com os paraguaios perdendo inúmeras chances e deixando espaços atrás, bem aproveitados pelos peruanos. Aos 19', Ávila começou o contra-ataque pelo meio e rolou na esquerda. O cruzamento tirou toda a defesa rival do lance e Ávila ficou com o gol livre para fazer 2 a 0.
Três minutos depois, no entanto, o Libertad diminuiu com Benítez, finalizando após confusão na área em uma cobrança de escanteio. E aos 42', o empate. Depois de um cruzamento na área mal rebatido pela zaga cervecera, Aquino devolveu a bola para a área e Nuñez finalizou no canto esquerdo de Diego Penny, dando números finais à partida.
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